29 de jul de 2016

DOR DESVIADA: QUAIS AS CAUSAS E COMO EVITAR (OU CONTER) ESSA FISGADINHA CHATA!

Dor desviada, dor “de viado”, dor de lado, “dor de burro” ,  Dor transitória abdominal lateral... Enfim, para cada lugar um nome diferente, mas a dor e o incômodo... Ah, essa todos identificam muito bem, independente de como se chama.
Mais comum nos indivíduos destreinados, corredores mais entusiasmados e iniciantes, a dor desviada é uma dor aguda e momentânea localizada na parte inferior da caixa torácica e é causada por espasmos musculares do diafragma.
Diafragma: Localizado por baixo das costelas.
Respirar corretamente pode evitar a dor.
O diafragma é um músculo primordial para a manutenção da respiração humana, auxiliado pelos músculos intercostais e outros denominados acessórios.
Não há uma causa precisa para essa dor, porém, há algumas explicações bem plausíveis para o que gera tais espasmos do diafragma. Uma delas é o trabalho exaustivo desse músculo durante uma corrida ou trabalho intenso (daí a relação com indivíduos destreinados e despreparados, uma vez que estes encontrariam desconfortos devido à adaptação a uma rotina de exercícios).
Outra explicação seria devido a um grande fluxo sanguíneo na região das pernas. Tal volume aumentaria a pressão na parte inferior do diafragma enquanto a respiração expande os pulmões e, conseqüentemente, aumentando a pressão sobre a região superior do diafragma, havendo, assim, diminuição no fluxo de sangue (e, obviamente, de oxigênio) para o diafragma.
Outra possível explicação para o famoso incômodo é em relação a ingestão em excesso de comida e líquidos, que também dificultaria o trabalho do diafragma. Estômago cheio, além de dificultar o movimento descendente do diafragma, também reduz o seu fluxo sanguíneo, diminuindo, assim, o oxigênio ofertado.


O que fazer quando a dor desviada surgir durante a atividade?

Para os aventureiros de primeira viagem (destreinados) a dica é “tirar um pouco o pé do acelerador”, diminuir os ritmos do treino é uma boa dica nesses casos, deixa que o corpo se adapte gradativamente às intensidades dos treinos é importante. E calma! Não culpe seu professor por isso! É praticamente impossível saber o nível de tolerância de cada um (individualidade biológica), portanto o mais prudente seria respeitar esses sinais e reduzir a intensidade. Em outros casos uma estratégia interessante é a das respirações prolongadas. Seja qual for a situação das citadas acima inspirações mais longas aumentariam a oferta de oxigênio para o diafragma e também estimulam os músculos que auxiliam na respiração, diminuindo assim o trabalho excessivo do diafragma, e gradativamente as dores vão aliviando.
Inclinar o tronco à frente, e respirar profundamente pode aliviar a dor,
pausar o exercício e descansar é a medida mais efetiva.


O que fazer para evitar?

Antes de tudo, é necessário entender que quanto maior o condicionamento físico maior a tolerância aos eventos citados, lembrando que se seu nível de condicionamento é baixo qualquer estímulo acima ou próximo deste nível lhe deixa sujeito a essas dores. Portanto, fortalecer toda
musculatura do tronco e abdome é uma grande estratégia, assim, tornaria toda a musculatura que auxilia na respiração mais resistente à fadiga. Exercícios respiratórios e alongamentos também são bem vindos, ter um bom ritmo respiratório durante as atividades é bastante importante.
Ter cuidados em relação a alimentação, principalmente, nas refeições próximas aos exercícios físicos e evitas excessos de líquidos durantes as atividades também são dicas que vão ajudar a você não sentir esse desconforto chato.

Prof. Esp. Pablo Carvalho

11 de jul de 2016

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