18 de jan de 2019

Entre coaches e consultores, escolha informação

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Não muito tempo atrás, ir à academia acompanhado de um Personal Trainer era um claro sinal de status.  Um profissional procurado apenas pela classe de renda mais elevada e em academias de maior porte. Um daqueles caprichos reservados à celebridades, socialites, políticos, etc. Mais recentemente, não só a atividade física se popularizou, como cresceu em importância, o profissional de educação física tornou-se mais acessível e as academias vieram com seus padrões "low cost". Hoje, embora ainda seja um serviço de valor mais alto, não é mais um luxo treinar com acompanhamento profissional. Já se entende como uma necessidade.


Resultado de imagem para using cell at gymMas no embalo da 'Gourmetização' que vivenciamos nos últimos anos criou-se 'categorias' de profissionais voltados para uma exclusividade ainda maior na atenção e treinamento personalizado (coisa semelhante tem acontecido, com profissionais de nutrição e outros serviços de saúde). Dando espaço (e status) aos coaches e consultores (e a quem utiliza seus serviços). Basicamente, profissionais dedicados a planejar suas ações, acompanha-las por maior tempo, orientar nas suas decisões, tirar dúvidas, motivá-lo e mantê-lo focado nos seus objetivos quase que 100% do tempo. O dia a dia corrido e atarefado das pessoas, fez surgir essa necessidade de alguém para gerenciá-las.
No ramo fitness, embora esses temos se confundam muito, mesmo entre os que oferecem esses serviços, os coaches se definem como esses dedicados a acompanhar e monitorar seu cliente por um período maior de tempo (normalmente com orientações sobre atividade física, nutrição e apoio psicológico), ao passo que os consultores tem sido os planejadores de atividades, cuja presença física ocorre periodicamente para acompanhamento, reorientação, correções, avaliação. Muito desse trabalho, realizado de forma online com auxílio de ferramentas tecnológicas de chat e video.
O grande problema nisso tudo foi a brecha que se abriu para o surgimento de charlatães. As redes sociais foram as grandes impulsionadoras de pessoas despreparadas que se utilizaram de certa "fama" para propagar um serviço sem qualquer respaldo profissional ou científico, enganando e pondo em risco pessoas que são convencidas pelos corpos esculturais que apresentam (muitas vezes resultado de filtros, photoshop, esteroides e procedimentos cirúrgicos não relatados). Oferecem então planos de atividades físicas que não funcionam, com exercícios recheados de invencionismos e malabarismos, além da venda de produtos que prometem milagres em curtíssimo prazo.
É tentador assistir essas propagandas, mas investir cegamente nesses "artistas fitness" além de arriscado pode custar muito caro. Busque informação, o máximo que for possível. Especialmente se você necessita mesmo de uma consultoria à distância ou acompanhamento presencial. Busque saber a qualificação profissional de quem oferece o serviço. Tenha sempre em mente, que você é único e o que funcionou para o Fulano do Reality Show não necessariamente vai dar certo em você. Tome cuidado com as modinhas, ou com o falso status.

15 de jan de 2019

Uma pausa para se exercitar

Desnecessário seria gastarmos tempo falando de todos os benefícios do exercício físico para a nossa #saúde. Porém, embora tenhamos acesso facilitado a essa informação, um grande número de pessoas ainda não tomou a iniciativa de iniciar um programa de atividades físicas de maneira efetiva. Para as #empresas, investir em atividade física, significa ter um funcionário mais saudável e produtivo (o que também significa melhor retorno financeiro), mas além disso: as atividades quando oferecidas no próprio ambiente profissional significam melhor #qualidadedevida pessoal e de trabalho, uma vez que promove maior integração entre colegas, melhora a imagem da empresa junto aos funcionários, o que significa maior adesão do funcionário, reduz absenteísmo, consultas emergenciais, até mesmo aposentadorias precoces e todo o custo financeiro destas intercorrências.
Embora algumas empresas tenham atentado para isso, muitas ainda o fazem sem o devido cuidado, o que termina por não surtir o efeito deseja, às vezes até mesmo contrariando o empregado ("Putz, lá vem aquela chatice de #ginásticalaboral, Não aguento isso!!!" - dizem alguns funcionários, que buscam meios para fugir da intervenção mal planejada).
Não basta simplesmente chamar/obrigar o indivíduo a fazer a atividade de forma tão simplória. Ouvir os interesses desses e buscar atender na medida do possível é primordial, oferecer tempo, espaço e ambiente adequados para isso também. Por vezes, o que vemos é uma 'ginástica laboral' mal conduzida (às vezes sequer é um professor de educação física no comando!), na própria sala de trabalho, por 10 ou 15 minutinhos de alongamentos, num horário fixo, o que não satisfaz muita gente.
Por que não, investir num ambiente próprio para ofertar atividades mais variadas (não precisa ser uma academia toda equipada não). Por que não dar uma flexibilidade de horário; Por que não oferecer algum tipo de incentivo/recompensa àquele que se dedica a cuidar da saúde? E por que não complementar as intervenções em atividade física com orientações em saúde, levando outros especialistas periodicamente para cuidar dessas pessoas? Isso sim, seria demonstrar preocupação com o #bem_estar de seus integrantes, não apenas "cumprir uma obrigação".
As possibilidade são mais variadas do que se imagina. Conversando com profissionais da área é possível planejar intervenções adequadas e que tragam retorno positivo para empresa e seus colaboradores. Leve a sugestão à sua empresa, você patrão, avalie possibilidades junto aos parceiros e faça de sua empresa um exemplo em saúde do trabalhador. Faça seu colaborador gostar de trabalhar com você!

2 de jan de 2019

Não pare não...

Passadas as festividades de fim de ano, a história se repete. De volta à rotina, as academias, parques, praças lotam novamente. Pessoas numa busca desenfreada de 'queimar' as gorduras extras que vieram dos comes e bebes. Ou mesmo pessoas que resolveram finalmente cumprir a clássica promessa de fim de ano: entrar em forma.
Mas quando vamos observar com mais cuidado, reparamos que essas mesmas pessoas estavam recomeçando esse 'projeto fitness' no início de 2018, e em 2017 também, e assim vários anos antes... Você é uma dessas pessoas???
E por que será que elas não alcançaram seus objetivos lá atrás? E as que alcançaram, por que voltaram à 'estaca zero' de novo? Perder peso e manter em forma é realmente tão difícil assim?
Sim, é difícil! Essa resposta nos espanta diversos clientes inclusive. Mas não podemos vender mentiras. Assim como ninguém engorda do dia pra noite, emagrecer rapidamente (de forma saudável e permanente) não é possível.
E justamente essa pressa, que causa sempre essa luta interminável contra a balança. Essa pressa que leva muita gente a cair nas armadilhas de marketing de produtos milagrosos (que de nada servem ou põem em risco a saúde de quem usa): cintas, géis, medicamentos, chás e suplementos, entre tantas outras coisas.
E olha o tanto que se gasta com essas coisas!!! Se você foi uma dessas pessoas que já recorreu a esses métodos, veja o quanto já gastou com isso, e ainda não chegou lá! Será que uma boa dieta e rotina de exercícios guiados por profissionais capacitados custaria tanto assim?
Se seu tempo e dinheiro são tão preciosos, por que seguimos rasgando eles, atirando para todos os lados sem sucesso?
O caminho para uma vida saudável não é outro senão uma mudança de hábitos efetiva. Isso não significa privação dos prazeres da vida. E profissionais da educação física e nutrição saberão lhe conduzir a isso. Não precisamos de paranoia. Apenas de dedicação, disciplina e paciência.
E quando falamos em hábito, significa que a dieta e os treinos devem fazer parte de sua vida. Não apenas para alcançar um objetivo em 2 meses e você desaparecer da academia... Hábito é cotidiano. Busque atividades que você goste, uma dieta adequada e mantenha isso pelo tempo necessário. Enjoou? Conversa com o profissional e readéque seus planos. Mas não pare. Não pare!